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Avaliar para crescer

Suellen Jnoubi

Entre os dias 9 e 11 de dezembro será realizada uma avaliação externa no IBqM. A comissão, composta de três professores estrangeiros e um brasileiro, analisará um material extenso produzido pelos pesquisadores do Instituto. Com gráficos, tabelas e textos sobre todas as suas atividades, os pesquisadores do IBqM procurarão apresentar a sua história e o porquê de certas escolhas.

De acordo com a diretora do Instituto, Débora Foguel, avaliar é certamente um exercício importante e que deveria ser praticado por todas as unidades da universidade. "Sempre tivemos o hábito de avaliar nossas atividades em todas as suas facetas. Para se avaliar, no entanto, precisa-se saber para que avaliar e depois o que fazer com o resultado. No nosso caso, entendemos que ela permite que se corrijam rumos, que se detecte o que estamos fazendo de bom e ruim, o que precisa de reforço ou ser mesmo encerrado. Montar uma avaliação requer que paremos e olhemos para nós mesmos. É a coisa mais salutar para uma unidade acadêmica "conta.

O Instituto já sofrera anteriormente uma avaliação, que permitiu um avanço no desenvolvimento da unidade. “A opinião de olhares isentos é sempre mais adequada e causa impacto mais efetivo. Foi assim na avaliação que fizemos em 1997. Foi-nos muito útil até para pleitear determinadas coisas nas agências e mesmo na universidade, coisas essas que foram apontadas pelo comitê externo como necessárias e importantes.” lembra a diretora.

Completando cinco anos desde a transformação de Departamento em Instituto, o IBqM dará um grande passo na sua história, segundo Foguel. "Acho que será um marco em nosso Instituto, agora com cinco anos de existência! Imagino que servirá para nos apontar o que fazemos e que parece correto e bom para a unidade e para a sociedade e o que ainda precisamos melhorar e aperfeiçoar. Isso em pesquisa, ensino, extensão, pós-graduacao e etc", acredita.

Os professores Rafael Radi, Manuel Prieto, Jose Marcos Ribeiro e Sergio Pena, respectivamente do Uruguai, Portugal, Estados Unidos e Minas Gerais, são os integrantes da comissão, que escolherá o formato do encontro. Presumi-se que tais avaliadores, indiquem as medidas a serem adotadas para o progresso do IBqM. “Esperamos que nos apontem nossos caminhos e descaminhos e que isso nos permita refletir de forma madura e, certamente, tomar providências para aquilo que concordamos que precisa de correção de rumo "destaca.

A entrega dos resultados ainda não tem data certa, mas imagina-se que a comissão gere um parecer escrito que pode ser entregue ainda aqui no Brasil ao final do processo ou posteriormente.

 

02/12/2009

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