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Novo auditório

IBqM e Programa de Onco inauguram o Auditório Prof. Marcos F. Moraes

Por Cília Monteiro

A inauguração do auditório Professor Marcos F. Moraes, no Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFRJ, ocorreu na terça-feira (22/06). O espaço, financiado pela Fundação do Câncer, é destinado ao Programa de Oncobiologia, vinculado ao Instituto de Bioquímica Médica (IBqM). “É uma elevada honra ter meu nome batizando este auditório, localizado numa universidade que produz acima de sua capacidade”, declarou o homenageado, Marcos Moraes, presidente e membro fundador da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica e da Fundação do Câncer.

“O auditório foi projetado e construído devido ao empenho do doutor Marcos e sua crença em que é possível, numa universidade pública brasileira, realizar ações transversais que aglutinem pessoas em torno de um ideal comum, nesse caso o Programa de Oncobiologia. O Programa, criado em 2001, é inovador por reunir grupos de excelência na pesquisa do câncer e ainda possuir uma unidade de divulgação e interface com a sociedade”, destacou Débora Foguel, diretora do IBqM.

O decano do CCS, Almir Fraga Valladares, acredita que o novo auditório serve como exemplo para a ala desativada do prédio do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) da UFRJ, conhecida como “perna seca”. “O sofisticado auditório em que estamos hoje está num espaço que antes chamávamos de ‘buraco’. É satisfatório ver que aquele local feio se transformou em um anfiteatro nobre e de extrema importância para a comunidade acadêmica. Espero que num futuro próximo possamos inaugurar setores com tamanha qualidade no que hoje chamamos de ‘perna seca’”, disse ele.

O médico Sérgio Aguinaga, representando Pietro Novelino, presidente da Academia Nacional de Medicina, afirmou que a medicina evolui em etapas e vivemos o momento em que a célula é o foco de estudo. “Sendo assim, nada melhor do que destinar o auditório à Oncobiologia, voltada à compreensão da célula”, constatou.

O evento ainda contou com a palestra de Luiz Antonio Santini, diretor do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Ele apresentou dados importantes para a compreensão da doença. “A morte por câncer cresce cerca de 5% ao ano. A previsão para 2020 é de 15 milhões de novos casos da doença e 12 milhões de mortes, o que representa um desafio em saúde. Nesse contexto, o Inca tem o objetivo de diminuir a mortalidade e a incidência do câncer, além de melhorar a qualidade de vida do paciente”, apontou. Uma placa de homenagem foi entregue a Marcos Moraes pela professora Vivian Rumjanek, do IBqM, e idealizadora do Programa de Oncobiologia.



29/06/2010

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